A obra “O seminarista” possui características do romantismo bem visíveis. Essas características são : o amor à natureza, os sonhos, o grande sentimentalismo e a subjetividade.
O amor à natureza está presente na seguinte passagem:
“De repente margarida, dando uma volta pelo jardim, apanhou duas flores e correu a apresentá-las a Eugênio.
-Aqui estão duas flores, disse ela, um cravo e uma rosa. O cravo é você e a rosa sou eu. Fique com a rosa, que eu guardarei o meu cravo. Aquele que deitar fora a sua flor, è porque não sabe querer bem.”
Outro trecho que também exemplifica o amor a natureza é:
“Eugênio reparou para o tronco das duas paineiras e viu neles entalhados em um a letra E, e no outro a letra M.
-Eugênio e margarida! Exclamou ele. Aposto que é isto que querem dizer estas letras.
- É isso mesmo adivinhou. Fui eu quem fiz estas letras aí com a ponta de um canivete. Esta árvore sou eu, e essa lá é você . Nós também havemos de viver juntos como estas duas árvores, entrançando no ar os ramos uns nos outros, não é assim, Eugênio?[...]”
A subjetividade está expressa nos seguintes trechos:
“Eugênio por sua parte achava-se muito mal satisfeito de si mesmo e envergonhado do papel covarde que fizera perante sua amada. Estava, pois, resolvido a responder-se Luciano outra vez tivesse a audácia de provocar.[...]”
“- Margarida infiel! ... Margarida casada! ... exclamava Eugênio ao entrar em seu quarto,delirante, e apertando a cabeça entre as mãos convulsas. Quem o diria! ...pôde tão facilmente esquecer-se de mim para entregar-se a outro! ...[...]”
Estão explicitados os sonhos a seguir:
“Poucos dias depois sonhou que Margarida, morta, vinha anunciar-lhe que era só ordenando-se que se encontraria com ela na bem- aventurança. Seu destino estava decretado no céu, e sua vocação irrevogavelmente firmada sobre a terra.”
O sentimentalismo é uma forte característica do romantismo, e também se faz presente na obra, o que fica claro nos seguintes trechos:
“No outro dia o padre Eugênio levantou-se com o espírito cheio de terrores e de vagas opressões,. Em companhia de seus pais, pôs-se a caminho para a vila, triste e inquieto.
Avistando em distância a casinha de Umbdina, já tambando em ruínas e abafada entre o matagal, sentiu uma nuvem de tirsteza afogar-lhe o coração[...]”
“O padre Eugênio entorou em casa com o cérebro a arder, e com o coração açoitado das mais violentas agitações. De coração mole e extremamente impressionável, não tinha força para lutar contra a tempestade medonha que dentro dele se suscitava.”Tudo isso tem como objetivo exemplificar a grande queantidade de características românticas presente no livro “o seminarista” de Bernardo Guimarães.
O amor à natureza está presente na seguinte passagem:
“De repente margarida, dando uma volta pelo jardim, apanhou duas flores e correu a apresentá-las a Eugênio.
-Aqui estão duas flores, disse ela, um cravo e uma rosa. O cravo é você e a rosa sou eu. Fique com a rosa, que eu guardarei o meu cravo. Aquele que deitar fora a sua flor, è porque não sabe querer bem.”
Outro trecho que também exemplifica o amor a natureza é:
“Eugênio reparou para o tronco das duas paineiras e viu neles entalhados em um a letra E, e no outro a letra M.
-Eugênio e margarida! Exclamou ele. Aposto que é isto que querem dizer estas letras.
- É isso mesmo adivinhou. Fui eu quem fiz estas letras aí com a ponta de um canivete. Esta árvore sou eu, e essa lá é você . Nós também havemos de viver juntos como estas duas árvores, entrançando no ar os ramos uns nos outros, não é assim, Eugênio?[...]”
A subjetividade está expressa nos seguintes trechos:
“Eugênio por sua parte achava-se muito mal satisfeito de si mesmo e envergonhado do papel covarde que fizera perante sua amada. Estava, pois, resolvido a responder-se Luciano outra vez tivesse a audácia de provocar.[...]”
“- Margarida infiel! ... Margarida casada! ... exclamava Eugênio ao entrar em seu quarto,delirante, e apertando a cabeça entre as mãos convulsas. Quem o diria! ...pôde tão facilmente esquecer-se de mim para entregar-se a outro! ...[...]”
Estão explicitados os sonhos a seguir:
“Poucos dias depois sonhou que Margarida, morta, vinha anunciar-lhe que era só ordenando-se que se encontraria com ela na bem- aventurança. Seu destino estava decretado no céu, e sua vocação irrevogavelmente firmada sobre a terra.”
O sentimentalismo é uma forte característica do romantismo, e também se faz presente na obra, o que fica claro nos seguintes trechos:
“No outro dia o padre Eugênio levantou-se com o espírito cheio de terrores e de vagas opressões,. Em companhia de seus pais, pôs-se a caminho para a vila, triste e inquieto.
Avistando em distância a casinha de Umbdina, já tambando em ruínas e abafada entre o matagal, sentiu uma nuvem de tirsteza afogar-lhe o coração[...]”
“O padre Eugênio entorou em casa com o cérebro a arder, e com o coração açoitado das mais violentas agitações. De coração mole e extremamente impressionável, não tinha força para lutar contra a tempestade medonha que dentro dele se suscitava.”Tudo isso tem como objetivo exemplificar a grande queantidade de características românticas presente no livro “o seminarista” de Bernardo Guimarães.
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